Battle City - NES Julho 13, 2008
Posted by dxvolt in clássicos em análise.Tags: battle city, namco, NES
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Este jogo da Nintendo original. é talvez um dos melhores jogos alguma vez feitos mesmo tendo em conta a sua simplicidade.
Battle City originalmente lançado em 1985 pela Namco, a mesma que nos tem trazido grandes jogos de luta como Tekken. O jogo viria a ser lançado para o Gameboy (aquele com a tela bicolor) e ainda seria incluido no jogo Star Fox: Assault na sua versão nipónica. Claro que muitos devem te-lo conhecido pelas célebres imitações da Nintendo, as chamadas Familygames que traziam cartuchos do mais foleiro em termos materiais que podia haver e que auguravam conter 999 jogos, 4 deles únicos e os restantes imitações. Por falar a prósito destas imitações lembro-m de jogar num family game com um mesmo cartucho desses onde vinha o Super Mario Bros. mas alterado para “Fancy Mario” e como se o nome já não fosse duvidoso que chegue, o jogo era alterado de modo a que os niveis a medida que iamos avançando, iam como por milagre desaparecendo objectos e abrindo buracos misteriosos… enfim, algo do outro mundo!
Mas voltando a análise de Battle City, o jogo propunha-nos modo para 1 jogador onde iriamos avançando nos variados niveis e sozinhos tinhamos de liquidar todos os tanques, sem no entanto perder de vista a águia prateada que tinhas de proteger dos inimigos. O modo 2 jogadores permitia-nos jogar com um parceiro aliados contra os mesmos inimigos algo que propunha muita diversão principalmente quando nos tentavamos liquidar um ao outro :D. O último modo é algo que é utilizado em muitos jogos hoje em dia como Tony Hawks, Sim City, Trackmania, etc. O prazer de podermos construir nós próprios o cenário de um nivel, podiamos colocar relva, gelo, paredes de tijolos de todos os feitios e até criar palavras com esses objectos visto o jogo ter uma perspectiva de cima, permitia momentos engraçados.
Depois haviam os habituais power-ups (poderes) que iam aparecendo no cenário que nos concediam armas mais fortes, armadura temporária, ou outra que fazia com que os inimigos ficassem paralisados e assim os destruissemos facilmente.
O som não era o forte, sendo algo básico tendo em conta também que a consola não permitia voos mais altos, as músicas eram sobretudo irritantes se ouvidas em excesso. Os gráficos eram muito bons para a altura, coloridos sem exagerar. Os controlos eram intuitivos e fáceis, dado o comando da consola possuir apenas 4 botões para além do pad direccional.
Em suma, um jogo que me relembra dos tempos de infancia onde passei bons e viciantes momentos e onde os jogos estavam longe dos padrões de consumo fácil de hoje em dia.
Por tudo isto dou-lhe uma nota quase máxima, pedindo só aos senhores da Namco que produzam um segundo capítulo o mais possivel fiel ao primeiro mas com os padrões e tecnologia actuais e claro mantendo o aspecto 2D.













Eu tenho a versão GameBoy e confirmo que é um título muito bom. Simples, mas viciante.
Boa análise